A forma como os alimentamos afeta a nossa saúde pessoal, mas tem também um impacto significativo no meio ambiente, na economia e sustentabilidade locais.
Optar por uma alimentação equilibrada e saudável significa privilegiar alimentos frescos, naturais e nutritivos, que fornecem os nutrientes essenciais para o funcionamento adequado do nosso corpo. Além disso, uma dieta saudável está associada a uma menor incidência de doenças crônicas, como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e cancro.
As escolas podem ter um papel importante nesta matéria já que a alimentação escolar é um direito humano fundamental para a afirmação da cidadania. Além disso, a alimentação escolar pode promover cadeias curtas e a construção de sistemas alimentares mais sustentáveis. Ao optar por produtos locais e de origem conhecida, reduzimos a distância entre o produtor e o consumidor, garantindo alimentos frescos, de qualidade e saudáveis.
Além disso, valorizam-se os produtores locais, contribuindo para o desenvolvimento económico das comunidades e para a preservação da biodiversidade agrícola e paisagística.
. Aumentar a literacia alimentar das comunidades escolares do território, capacitando-os para a realização de escolhas alimentares informadas no seu dia-a-dia
. Promover e valorizar os produtos endógenos, os produtos de qualidade certificada e a Dieta Mediterrânica
. Informar, formar e educar para uma alimentação e consumo saudáveis e sustentáveis
. Combater o desperdício alimentar
. Promover circuitos curtos agroalimentares
. Produtores locais de alimentos
. Comunidade escolar:
- professores,
- alunos,
- funcionários
- e pais
. Construir capacidades sobre alimentação, saúde e nutrição nas escolas da região do Alto Minho através de sessões de esclarecimento e capacitação
. Elaborar ementas para as refeições escolares com base no património alimentar da região
. Construir cadeias curtas entre os produtores da região as respetivas escolas
. Realizar 20 sessões de capacitação em literacia alimentar para a comunidade escolar